I Trail do Fluviário de Mora

A minha participação no I Trail do Fluviário de Mora, tal como no II Dura Trail, foi decidida no último momento e com o intuito de dar quilómetros às pernas sem desculpas ou preguiças que por vezes “empenam” os treinos.

Depois dos 38 Km na Serra da Arrábida de Sábado, proponha-me agora a correr mais 30 Km, no Domingo, pelos trilhos alentejanos.

Esta prova, apesar do patrocínio do Jornal I, não foi muito divulgada e apenas tropecei nela porque investiguei com mais profundidade quais as provas que existiam neste fim-de-semana. Talvez por este motivo ou por a organização querer aferir primeiro como é isto de organizar uma primeira edição de uma prova de trail, dos quase 40 inscritos na prova longa apenas compareceram 24 à partida. A prova prometia ser rápida, com cerca de 250 metros de desnível positivo, e o meu plano era rolar num ritmo tranquilo, de cerca 7:00/Km, fosse a subir fosse a descer, para não comprometer o objectivo principal de treinar para o Arrábida Ultra Trail. Esta “táctica” a que chamo carinhosamente de “Táctica Analice”, pelo facto desta fantástica atleta correr sempre num ritmo muito certinho durante todas as provas, veio a revelar-se muito acertada, pois terminei os 33Km e 416 m D+ que totalizaram esta prova, muito bem e sem qualquer tipo de mazela, totalizando assim 71 Km nas pernas nas duas provas do fim-de-semana.

A prova começou às 9h15 na Ribeira da Raia, junto ao Fluviário de Mora, e mesmo com o atrasar da hora nessa noite o calor já se fazia sentir e foi preciso ter algum cuidado com a hidratação.

Dada a partida, um grupo grande com quase todos os participantes, precipitou-se a correr num ritmo elevado e que antevi que não iria correr bem para a maior parte deles, mesmo não tendo já 38 Km nas pernas como eu. Dos 24 atletas ficámos apenas 5 para trás e no final dos primeiros 3 Km de prova eramos só 4 a rolar num ritmo mais tranquilo.

Os primeiros 6Km foram para atravessar a Mata Nacional do Cabeção, num percurso misto de estradão/terra, com partes arenosas que dificultavam a progressão, num carrocel de pequenas subidas e descidas que, não seu conjunto, ajudavam a cansar mais um pouco do estaria à espera. Depois foi rolar até ao Cabeção, onde recebemos alguns aplausos tímidos da população. Saídos do Cabeção, o destino era novamente o Fluviário de Mora, seguindo por um estradão que cruzou diferentes paisagens alentejanas, cruzando a Mata Nacional do Cabeção no lado oposto que corremos inicialmente, e chegando ao fluviário pelo passadiço que percorre um bom pedaço da Ribeira da Raia. Cruzei o local da partida e que agora era o quilómetro 14 com 1h33 decorrida, perfeitamente dentro do planeado. Por esta altura já seguia há uns 4 ou 5 Km na companhia de outro atleta, o António Lopes, e íamos mantendo uma conversa bem disposta enquanto percorríamos o trilho. Por esta altura comecei também a ultrapassar alguns atletas que com o arranque mais rápido começam a sentir dificuldades, e ainda faltavam 16 Km (que seriam 18…).

Seguimos agora em direcção a Mora, por trilhos sempre de paisagem diferenciada, com uma subidinha aqui e ali, e sempre no tal ritmo tranquilo. Tínhamos passado o Km 23 quando começamos a entrar em Mora e começo a ver mais atletas num ritmo já mais para o cansado. Numa recta longa de talvez um quilómetro, o António começa a baixar o ritmo e ultrapassámos a média que tinha previsto para mim de 7:00/km. Sentia-me bem e decidi puxar um pouco. Não houve reacção pelo que decido seguir sozinho num ritmo mais forte. Entretanto apanho o atleta que já tinha visto 1 km antes. Aproveito a subida para o centro de Mora para continuar a correr ao meu ritmo e deixá-lo definitivamente para trás. Cruzei Mora e o percurso entrou novamente numa zona de estradão, atravessando alguns troços de alcatrão e tendo de atravessar pela primeira vez a Ribeira da Raia. Soube bem molhar os pés e as pernas, mas esperava uma água fresca ou gelada para ajudar a recuperar os músculos, mas infelizmente a água estava mais uma espécie de caldo morno. Depois foi correr mais uns quilómetros paralelos à ribeira e entrar numa zona onde se correu pouco mais de 2 Km paralelos ao canal de rega, percurso muito interessante de se fazer por ser algo diferente do habitual. Atravessei novamente a Ribeira da Raia e o GPS marca 29 Km, pelo que pensava que faltaria 1 Km para a meta. Neste troço passei mais 5 atletas dos que iniciaram a prova com o tal ritmo forte. Segui depois calmamente no meu ritmo até à meta, que estava não a 1Km mas sim quase a 4, terminando a prova com praticamente 33 Km ao invés de 30.

No final fiquei em 13 lugar da classificação geral, com 3h46 de prova e um ritmo de 6:56/km, o que se enquadrou exactamente no que pretendia.

O percurso desta prova é bonito, talvez por ser bastante diferente das corridas em serra, e mostra diversos encantos da paisagem alentejana.

A organização tem de melhorar alguns pontos, nomeadamente no que diz respeito à marcação do percurso, onde as fitas de marcação utilizadas, de cor branca, se confundiam muitas vezes com outros elementos da paisagem, confundindo os atletas, e em particular nos últimos 16 km da prova. No Km final houve também um entroncamento onde duas direcções diferentes se encontravam marcadas com fitas o que gerou igualmente alguma confusão. Os abastecimentos foram em número suficiente, com água, fruta, e bolachas e marmelada, e estava ajustado para o número de participantes.

Em resumo, esta é uma boa prova que merece sem dúvidas uma segunda edição, e claro, que o número de participantes aumente pelo menos 3 ou 4 vezes para ser uma festa ainda mais bonita.

A manhã terminou com uma bela carne de alguidar com migas de espargos.

Um abraço para o António Lopes que terminou uns minutos depois de mim, e para o Paulo Taboas que em dia de aniversário conclui-o esta prova num excelente 4ºlugar.

Para quem gosta destas coisas o link com o percurso e com a minha participação.

Continuação de bons treinos e boas corridas!!!

II Dura Trail Proaventuras

Decidi participar no II Dura Trail ProAventuras à última da hora, como primeiro de dois treinos longos a cumprir no fim-de-semana. Foi nesta perspectiva mais descontraída que abordei esta prova, sendo o objectivo treinar e não fazer um tempo eventualmente mais rápido.

Sábado de madrugada lá acordei e rumei até aos Bombeiros Voluntários de Setúbal, local onde teria de levantar o dorsal e onde teria igualmente a partida desta prova.

A partida era às 9h00 e cheguei um pouco antes das 8h00, pelo que deu tempo de sobra para levantar o dorsal, agradecer ao Lívio Nuno que por se encontrar lesionado me cedeu o seu dorsal para a prova e, encontrar e conversar com uma série infindável de amigos das corridas, uns que iam participar na prova mais longa de 35 Km e outros que se iriam ficar pelos 22 Km.

Quase a chegarem as 9h00 e foi tempo de agrupar para o controlo zero e partir pouco depois. O dia estava bonito com o céu azul e o sol a brilhar no alto, a indicar que os 27º previstos iriam mesmo ser atingidos.

Soou o apito para a falsa partida e lá foram os cerca de quatrocentos atletas rumo à Serra da Arrábida; falsa partida porque antes da partida oficial ainda se rolou perto de 1600 metros entres os Bombeiros, a Av. Luísa Todi e a subida para o Forte de São Filipe. Aí soou de novo o apito e foi dada a partida oficial do Dura Trail.

A subida permitiu o pelotão alongar um pouco e entrámos em zonas de trilhos muito bonitos, com vista para o Rio Sado e a península de Tróia que fazem qualquer um sonhar acordado. A estratégia para a prova era rolar calmamente num ritmo controlado, pois se no Sábado eram 35 Km no Domingo iria correr mais 30 Km, e convinha chegar ao final do fim-de-semana inteiro e sem mazelas. A organização da prova foi muito boa, com todo o percurso bem sinalizado quer com fitas quer com um sem número de voluntários que ajudaram na organização, e ainda com abastecimentos muito completos que não permitem queixas aos atletas mais exigentes. A acompanhar o percurso existiam igualmente as famosas tabuletas com nomes tão sugestivos como Brutassauros por exemplo, que nos faziam antecipar um pouco aquilo que nos esperava nos metros ou quilómetros seguintes.

A minha corrida foi bastante tranquila, inicialmente mantive um ritmo razoável a subir e acelerei um pouco a descer, mas ao fim da terceira descida acentuada decidi acalmar e rolar mais calmamente até final. Com excepção de alguns dos single tracks já conhecia grande parte do percurso que corremos, mas curiosamente sempre o corri no sentido contrário ao que se fez nesta prova pelo que acabou sendo na mesma uma novidade. Já a subida para a Vigia, o ponto mais alto desta prova, não era novidade. Logo no início da subida encontrei o meu amigo Maré que andava a passear pela serra e ainda perdi uns 4 ou 5 minutos a por conversa em dia. Aí perdi o contacto com a atleta Ana Cristina com quem tinha ida até ali em modo: ora vais tu à frente ora vou eu, o que curiosamente também já tinha acontecido no Grande Trail da Serra d’Arga. A chegada à Vigia é sempre espetacular com uma vista fantástica de 360º, de onde se pode ver quase tudo entre Sintra e a Comporta. Depois foi quase sempre a descer até Setúbal, com destaque para duas coisas que detesto: atravessar ribeiros com areias soltas e calçadas romanas. Acumular areia dentro dos ténis é incomodativo e perturba-me um pouco a passada, pelo que tive de parar e retirar areia por duas vezes para voltar ao conforto de corrida habitual.

Já quanto à calçada romana não há qualquer hipótese de gostar; e a citação “estes romanos devem estar louco” aplica-se na perfeição quando imagino o romano que planeou tais caminhos. Aqui não tive outra solução que não a de abrandar e desejar que a tal calçada terminasse o mais depressa possível para voltar a correr em condições. Depois de todo este sobe e desce ainda houve tempo para um single track rápido até à praia, de onde faltavam cerca de 2 Km até à meta. Foram dois quilómetros partilhados entre a areia da praia e o passeio marítimo, a fazer-me relembrar por instantes a dureza da Ultra Maratona Atlântica, mas o cheiro a meta era já tão forte que já nada me impedia de manter o ritmo forte até à meta.

No final foram 38 Km e não os 35 anunciados, que cumpri em 4h51, perfeitamente dentro do que tinha estabelecido como objectivo para esta prova.

Já não cheguei a tempo da aula de zumba, mas cheguei muito a tempo de comer uma fantástica massa de peixe oferecida pela organização.

Em resumo o Dura Trail é uma prova muito bem organizada, num percurso de beleza ímpar e que certamente todos os que gostam de trail running deveriam experimentar. Para o ano há mais!!!

Fica aqui um cheirinho do Dura Trail 2014 captado pela câmara do atleta Pedro Cavaco:

E para quem gosta destas coisas o link com o percurso e com a minha participação.

Continuação de bons treinos e boas provas!!! 😉

A Regra de Ouro do Treino

O principal objetivo do treino é ficar livre de lesões para que se possa continuar a treinar.

É uma regra que parece óbvia, mas há muitos atletas sempre a treinar com cargas tão fortes quanto possível, tendo muito pouco tempo de descanso ou ignorarando sinais de lesão iminente. Quando se elabora um plano de treinos é necessário contemplarmos um periodo de descanso que permita um tempo de recuperação suficiente entre treinos. É igualmente importante fazer os treinos de velocidade, farteleks e intervalos, com algum controlo sobre a velocidade, para não entrar em excessos e proporcionar lesões musculares. Devemos também estar preparados para modificar o plano de treinos, dependendo de como o corpo está a reagir aos treinos. Se não sentimos resposta aos treinos que realizamos, possivelmente será porque não estamos a treinar bem ou o suficiente, ou porque não estamos a descansar o necessário. É muito importante uma auto análise cuidadosa para percebermos em qual dos cenários nos encontramos.

Continuação de bons treinos!!!

Subir o Balmhorn nos Alpes Suiços

O fabricante de vestuário Gore-Tex promove de tempos a tempos umas aventuras aos fãs de desafios na natureza.
A próxima aventura será em Junho de 2015 e consiste em escalar o Balmhorn – pico localizado nos Alpes Suíços a 3698 metros – seguindo os passos de Lucy Walker, que em 21 de Julho de 1864 com um grupo de cinco alpinistas, escalaram pela primeira vez a este pico.

O guia para esta aventura será a atleta profissional Edurne Pasaban, uma das alpinistas mais talentosas da actualidade.

Gore-Tex Experience Tour
O objectivo deste Experience Tour GORE-TEX ® é subir a Balmhorn a pé, assim como Lucy Walker fez há 150 anos.

Quem é fã de aventuras, montanha, alpinismo ou escalada tem aqui uma excelente oportunidade de se candidatar a participar neste desafio, basta ir ao site Gore-Tex Experience Tour clicando aqui e tentar ser um dos 12 seleccionados.

Fica a dica e boa sorte a quem participar!!! 😉

Reconhecimento ao AUT – 1ª Parte

A minha próxima grande prova será os 80 Km do Arrábida Ultra Trail. O estudo mais ou menos detalhado deste tipo de provas faz já parte da minha rotina pré prova e sendo esta quase ao lado de casa, permite o reconhecimento inloco do terreno e do percurso. Após o reconhecimento dos primeiros 20 Km da prova, fiquei com uma certeza: vai ser uma prova durinha.

A partida do AUT será aqui. Créditos da foto: Pedro Oliveira

Para início de conversa temos logo uma calçada romana para os pés se prepararem para o que ainda há-de vir. Depois há uns single tracks que ora sobem ora descem num piso que prevejo lamacento, a não ser que o verão se aguente até meados de Novembro. Com uma chuvas moderadas o piso ficará normalmente enlameado e se considerar as centenas de atletas que lá passarão antes de mim o cenário será ainda pior.

Pelos entretantos uns troços com muita pedra no piso, o que não ajudará a ganhar velocidade nem a descer nem a subir pois o cuidado de ver onde se pisa terá de ser redobrado.

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Tudo isto interligado com uns troços de ligação de alcatrão onde apetece acelerar para ajudar a limpar a lama dos ténis, e onde quem se distrair com ritmos mais rápidos possivelmente irá pagar mais tarde este esforço inicial, que no principio de uma prova desta distância parece sempre irrelevante.

Ainda há lugar a uns “brindes” como a subida à Vigia e a “escadaria do Bando”. O primeiro brinde deixei para outro dia que ainda há poucos dias por lá passei e hoje o tempo disponível era curto, mas por outro lado foi a minha estreia a subir a escadaria do Bando para a Serra do Louro. E que escadaria… Com tempo seco deve-se subir bem, mas com as travessas de madeira que a compõem todas molhadas como se encontravam hoje, o mais pequeno descuido e pode ser um trambolhão certo.

No total foi um treino de 22 Km em modo muito tranquilo que a semana já vai longa, e que podem ver aqui:

http://www.strava.com/activities/208849790/embed/c4ef9652c7afe04134c48c797b4fdd4455c43d92

Ficam a faltar reconhecer cerca de 65 Km do AUT.

Nota: Não pertenço à organização do AUT e estou apenas a seguir um track que está publicado na internet como sendo desta prova. Não tenho qualquer conhecimento se este percurso é oficial e/ou definitivo.

Continuação de bons treinos!!!

Grande Trail Serra d’Arga – Parte I

O Grande Trail Serra d’Arga (GTSA) era para mim, que me iniciei nesta coisa de correr em montanha há menos de um ano, uma das difíceis e míticas provas do calendário nacional. Mítica por todos os relatos que li e ouvi referentes a edições anteriores, e difícil sobretudo por tudo o que se disse da edição de 2013 onde as condições climatéricas do dia da prova aumentaram exponencialmente o grau de dificuldade da mesma.

Grande Trail Serra d'ArgaTudo isto fez-me melhorar a minha abordagem pré-prova: estudar melhor o percurso , antecipar melhor as dificuldades e tentar antecipar as soluções para eventuais problemas que pudessem surgir. É claro que quanto mais longa é a prova mais imprevisíveis se tornam todos os factores da corrida e maior é a possibilidade de surgir algo em que não se pensou, mas tentar antecipar uma prova de acordo com as nossas capacidades é um exercício muito útil, mais não seja para chegar ao fim e constatar se o nosso auto conhecimento é de facto real ou se estamos muito acima ou abaixo daquilo que pensamos de nós próprios, isto desportivamente falando é claro.

Feita a pré-análise da prova, a nível pessoal acabei desmistificando um pouco a dificuldade da mesma, afinal já tinha corrido este ano o Inatel Trail do Piodão e o Gerês Trail Adventure que apresentavam muitas similaridades com o GTSA. Nesta altura do campeonato até me sentia um pouco melhor preparado que há meses atrás, pelo que previ que os 53 Km com 6000 metros de desnível acumulado deveriam ser uma prova divertida e tranquila em termos de performance pessoal, e que se tudo corresse normalmente deveria conseguir concluir em 8h44.Grande Trail Serra d'Arga

O dia estava bonito, solarengo mas sem um calor excessivo, quase perfeito para uma boa corrida. A conversa com os amigos e as muitas caras conhecidas à partida para a prova, fizeram-me perder o briefing inicial o que mais tarde poderia ter-se revelado desastroso. Felizmente não teve consequências de maior. Esta é uma nota mental que já estava registada mas que agora aumentou o nível prioridade para os itens obrigatórios a realizar: Nunca faltar ao briefing da prova.

A partida foi tranquila, com muita festa e uma volta pela vila de Dem. A primeira subida era logo ali, o trilho um pouco estreito e havia a necessidade de alongar o pelotão. Foi inevitável perder um pouco de tempo no início desta primeira subida devido à multidão que começava a subir, mas nada de significativo ou que aumentasse o nível de stress, até porque ainda não tínhamos começado há mais de 3 Km, e o primeiro objectivo ainda estava longe de conquistar: chegar ao controlo dos 33 Km antes das 5 horas de prova.

Resumo do Mês de Setembro

Após um interregno na escrita que durou quase quatro meses, eis que recomeça tudo aqui, com cara lavada, num blog mais pessoal e mais transmissível, e com a certeza que pretendo afirmar cada vez mais a minha faceta de atleta Ultra Runner.

Setembro foi o mês para retomar os treinos com maior intensidade, à medida que o tornozelo torcido no mês de Junho ia ficando cada vez mais próximo dos 100%, para terminar em beleza com a participação no Grande Trail Serra d’Arga.

 

Grande Trail Serra d'Arga

Grande Trail Serra d’Arga

O mês de Setembro começou com a já tradicional rentrée nas provas após as férias de verão, com a participação na mítica Meia Maratona de São João das Lampas, onde cumpri em ritmo de treino mais uma fantástica organização do amigo Fernando Andrade.

Foi ainda o mês de organizar o Urban Night Trail 2790, onde 23 atletas participaram num espectacular treino pelo carrocel da Serra de Carnaxide.

 

Urban Night Trail 2790

Urban Night Trail 2790

 

Para terminar Setembro nada melhor que estrear-me numa das míticas provas de trail running portuguesas o Grande Trail Serra d’Arga. Foram 53 Km de sobe e desce, cumpridos em pouco menos de 8h30. Uma organização excelente do Carlos Sá, condições atmosféricas que proporcionaram um dia excelente, e um percurso de uma beleza impar, foram factores que tornaram esta uma das provas que me deu mais gozo de fazer.

Danos colaterais

Danos colaterais

 

Para a história do mês de Setembro ficam os seguintes números:

Contagem: 15 Actividades + 2 Provas

Distância: 314,40 km

Hora: 35:57:21 h:m:s

Ganho de elevação: 8158 m

Calorias: 39857 C

 

 

 

 

Continuação de bons treinos e de excelentes provas!!!