7ª Meia Maratona das Cataratas

Este texto é da autoria da minha amiga Gabriela Louzada, que se estreou na distância da Meia Maratona no passado fim-de-semana, na Meia Maratona das Cataratas. Por uma questão técnica estou eu a publicar o texto, mas o mérito é todo da Gabi.

Quando aceitei o desafio do querido amigo Nuno, não assinei cláusula nenhuma que garantisse bons resultados ou até um treino sério. E assim foi: sem grandes resultados, o justo reflexo de pouco treino e alimentação ainda bem distante do ideal pra alguém que se dispõe a correr (ou completar, não necessariamente correndo) 21km.
As cataratas da Foz do Iguaçu.

Parque Natural de Iguaçu

Fazia bastante frio na manha da prova, acho que por isso, e também pelo excesso de tempo (fruto da ansiedade) alonguei-me bastante antes da largada. Fiz os 10 primeiros quilómetros em ritmo conservador, pois sabia que após os 10 habituais teria que vencer mais 11k. Na marca dos 9k tive que andar pela primeira vez (era uma subida enorrrme). 


Parque Natural de Iguaçu




Ainda consegui correr ate o quilometro 12, a partir dai andei todas as subidas correndo somente nas partes planas ou de declive até ao quilometro 17, quando não pude mais correr, sentia dores na lombar, nos joelhos e principalmente nos tornozelos e pés – andei ate avistar o portal de chegada, e corri sobre o tapete vermelho estrategicamente colocado para receber os campeões nos 50 metros finais da corrida, afinal não queria aparecer andando na foto oficial de chegada!




A Gabi e a sua medalha, conquistada com muito esforço e mérito.

Obrigado pelo relato Gabi e parabéns pelo desafio concretizado!!! Boa sorte para as próximas corridas!!! 😉


A Irmã da Meia Maratona do Douro Vinhateiro

Em Fevereiro, quando decidi participar na Meia Maratona doDouro Vinhateiro com o epíteto de “A Mais Bela Corrida do Mundo”, li algures no site desta prova, que existia uma parceria com uma prova irmã no Brasil, a MeiaMaratona das Cataratas, uma prova tão ou mais bela que a Meia Maratona do Douro.

Esta notícia trouxe-me logo à lembrança a minha amiga brasileira Gabriela, que naquela altura tinha começado nesta aventura das corridas uns meses antes. 

Envie-lhe uma mensagem mais ou menos assim: “Gabi, vou participar na Meia Maratona do Douro e aí no Brasil existe uma prova irmã, a Meia Maratona das Cataratas, não queres participar também?”. Juntei o link da prova, e poucos minutos depois recebi a resposta que foi mais ou menos assim: “Nossa Nuno, vou treinar para participar sim!”, e assim começou a aventura da Gabi nas Meias Maratonas, ela que até então só tinha participado em provas de 10 Km. 

Entre Março e até ao último fim-de-semana, fui sempre dando uma força via mensagens para a motivar nos seus treinos; sei que ela se baldou um “bocadinho” e podia ter treinado mais. Ainda assim tinha a certeza que ela iria terminar a prova, nem que fosse a “rebolar”, pois conheço igualmente a sua força de vontade para chegar ao fim com sucesso.

As bonitas Cataratas do Iguaçu onde decorreu a Meia Maratona
E assim foi, na sua prova de estreia terminou a 7ª Meia Maratona das Cataratas em 2h53’31” num percurso com muitas subidas e descidas, que certamente não é fácil para uma estreante.

Inserida no Parque Natural do Iguaçu, nesta prova podem-se observar pássaros dos mais exóticos que a nossa imaginação permite. 

Parabéns pelo excelente resultado Gabi, e agora é sempre a melhorar!!!
A Gabi e a sua medalha, conquistada com muito esforço e mérito.

Gabi, estás desafiada publicamente a contar a história da tua estreia na Meia Maratona aqui no blog. Aguardamos com curiosidade que nos contes a tua aventura. 😉 

V Meia Maratona na Areia

Mais um fim-de-semana e mais uma prova, desta vez a 5ª edição da Meia Maratona na Areia, organizada pela Associação Desportiva O Mundo da Corrida.

Depois dos 30 Km do último fim-de-semana, este foi o último treino com uma quilometragem relativamente longa inserida na preparação da Maratona do Luxemburgo, a prova que se segue no cardápio. Para além de servir para rodar para o Luxemburgo, serviu igualmente como uma primeira abordagem para a Ultra Maratona Atlântica que há-de chegar em Julho.
A partida da prova de hoje
Continuo a não gostar de provas de manhã cedo, e esta não foi excepção. O início às 9h30 obrigou-me a acordar por volta das 7h00 para preparar a logística, e prevendo-se um dia de calor, antecipar o eventual trânsito que existisse no sentido Lisboa – Costa da Caparica. Apanhei para uma boleia o Luís Moura nas Amoreiras e lá fomos nós rumo à Costa da Caparica para a Meia na Areia onde chegámos pouco depois das 8h00.

A organização esteve impecável, e por volta das 8h30 já tinha o meu dorsal e o do João Vargas, que desta vez fez o favor de aparecer para a representação do ACCVCAVI não ser novamente órfã. Até à hora da partida foi tempo de por a conversa em dia com os múltiplos amigos das corridas que participaram nesta prova e fazer um curto aquecimento.
A Meia Maratona na Areia consiste numa corrida pela praia, com início na Costa da Caparica, ida até cerca de 1 Km depois da praia da Fonte da Telha e regresso à Costa da Caparica. Isto no período da maré vazia, o que ajuda a areia molhada a perecer um tapete e permite rolar com alguma facilidade. Mas como nem tudo são facilidades, no regresso da Fonte da Telha o vento de Norte fez-se sentir bem forte, não permitindo realizar grandes tempos.

Corre corre, que a areia está molhada e fofa!!
 A corrida em si não teve grande história: uma corrida de manhã (o que para mim é sempre difícil), após uma semana de trabalho intensiva, e com treinos durante a semana, não me permitiam ambicionar mais do que rolar calmamente, e foi isso que aconteceu. Na primeira parte de corrida ao sabor do vento fui num ritmo calmo mas mais rápido, no regresso contra o vento o ritmo manteve-se calmo mas mais lento, sempre acima dos 6min/km.
 Para os números, o meu relógio marcou 2h07’46”, o que não sendo um tempo famoso (após 8 Meias Maratonas abaixo das 2h00), nas condições do dia de hoje acabou por não ser mau de todo e considero que foi uma excelente experiência.
O amigo Vargas, com os seus pés de pato novos (leia-se com uns Vibram Five Fingers), terminou em 1h44’33”, o que foi um excelente tempo e correspondeu ao 15º posto do seu escalão e ao 83º da geral. Já eu fiquei pelo 63ºlugar do meu escalão e 300º da geral.

A classificação ACCVCAVI 🙂

No final a organização ofereceu uma lembrança alusiva à prova, houve água e fruta com fartura, e quem quisesse podia ainda degustar uma Super Bock Stout fresquinha o que satisfez dezenas de atletas. Uma nota ainda para os abastecimentos durante a prova, que foram em número e quantidade suficientes para matar a sede de todos os atletas. Já o civismo destes últimos ficou um pouco aquém das expectativas  Se numa prova de estrada poderá ser relativamente fácil apanhar o lixo (sobretudo garrafas de plástico vazias) ao longo do percurso, numa prova com as características de hoje, corrida numa praia de larga amplitude e onde não existe uma trajectória definida que delimite a coluna de atletas, estes deveriam ter mais cuidado e deixar as suas garrafas vazias perto dos pontos de abastecimento para uma fácil recolha e não poluir a praia. Infelizmente constatei que ficaram centenas de garrafas espalhadas pela praia, muitas delas que provavelmente seriam engolidas pelo mar antes que houvesse tempo de alguém as apanhar. Um ponto a rever e a relembrar a todos os atletas antes da prova.


Boas corridas para todos!!!

8ª Meia Maratona do Douro Vinhateiro

Partida da MM do Douro Vinhateiro
A minha (primeira) experiência de corrida por terras do Douro Vinhateiro, na Meia Maratona com o mesmo nome, nunca poderia ser o relato de uma simples corrida. Pelo local, pelas gentes, pela gastronomia, por um enumerar de motivos que vou tentar resumir em parcas palavras.
 Tudo começou em Fevereiro quando, (já não me recordo como), tomei conhecimento da Meia Maratona do Douro Vinhateiro, que anunciava a sua oitava edição. Uma vista de olhos pelo site da prova foi o suficiente para me convencer. Nessa altura, há mais de três meses, tentei de imediato reservar um local para pernoitar o fim-de-semana, tarefa que na altura já não foi fácil tal o inúmero de locais completamente reservados, presume-se que com participantes para este evento. Levou-me o destino a que encontrasse livre o último quarto na Quinta da Azenha, uma casa de Agro Turismo em Folgosa do Douro, casa e local que se encaixavam exactamente naquilo que pretendia: um sítio calmo, perto da prova, onde pudesse relaxar antes e pós prova. E assim, após uma viagem tranquila de cerca de quatro horas, fui recebido pelo Sr. Damião e a sua esposa neste magnifico local à beira Douro plantado. Não me vou alongar a descrever a Quinta da Azenha pois podem consultar o site desta casa e verificarem por vós próprios. Quero apenas destacar a simpatia dos proprietários, o excelente pequeno-almoço com que somos brindados (sumo de laranja natural, bolo caseiro, fruta descascada, compotas caseiras, pão fresquinho, entre outras iguarias), e a tranquilidade do local, com vista para o rio e um por do sol fabuloso. 
A Quinta da Azenha

O Sr. Damião é também atleta e fala com um pouco de mágoa da falta de tempo que tem para por as corridas em dia. Ex-emigrante na Suiça, relata com um misto de emoção e saudade os tempos em que levava o atletismo a sério, e conseguia terminar as provas entre logo atrás dos primeiros profissionais. O meu conselho só pode ser: Sr. Damião perca lá uns metros quadrados de vinha e vá correr de novo uma horita por dia, que só lhe vai trazer mais saúde e alegria. O Sr. Damião é ainda um participante/conhecedor da Rota Gourmet e da Rota dos Vinhos, e dá-nos todas as dicas preciosas acerca de onde repor em triplo (ou mais) as calorias perdidas na Meia Maratona do Douro.

Apresentada a Quinta da Azenha, dirigi-me ao Museu do Douro para levantar o dorsal para a prova. Uma organização rápida e expedita, que ainda aceitou uma inscrição de última hora (para a mini maratona) sem grande stress, o que pronunciava uma prova bem organizada no dia seguinte. As inscrições encontravam-se fechadas/esgotadas com o anúncio de 10000 participantes, e estava curioso para ver como a organização iria lidar com tantos participantes.
Já com dorsal e chip na mão, foi tempo de fazer um treino de descompressão, cerca de 5Km, para preparar o dia seguinte. Quis o plano de treinos para a Maratona do Luxemburgo, que este fosse o fim-de-semana onde deveria realizar o último treino longo de preparação para esta prova. Encontrei-me assim no dilema se deveria fazer a Meia Maratona e completar com um treino de 10/11Km, ou se deveria antes realizar o dito treino de 10/11Km e depois correr a Meia Maratona. Com a Meia Maratona a ter início pelas 11h00 da manhã, as dúvidas que tinham dissiparam-se e optei por fazer um “aquecimento” de cerca de 10Km antes do início da prova. Decisões tomadas, chegava a hora de jantar, onde uma posta na tábua com um tinto “Santa Marta” a ajudar a escorregar para baixo, fez as delícias de quem provou. Sobrou tempo para repor o sono e descansar o suficiente para o dia seguinte.
A bela da Posta na Tábua
O Domingo acordou solarengo e ajudou a que o despertar fosse bem-disposto e suave. Pequeno-almoço tomado, e lá fui direito a Peso da Régua onde iria iniciar o meu “aquecimento” de 10 Km até à Barragem de Bagaúste onde teria inicio a prova. Foi um aquecimento com pouco mais de 10Km em ritmo moderado, (59 minutos), porque prova é prova e se é para correr é para correr mesmo, treino que terminou cerca de 30 minutos antes das 11 horas. Foi o tempo necessário para encontrar o meu amigo Luís Sousa, e entregar-lhe o dorsal que tinha levantado na véspera para também ele participar na prova. Prontos para o início da prova, ouvimos pelos alto falantes de que a partida se encontrava atrasada, devido a ainda se encontrarem muitos participantes a chegar. Não me surpreendeu, pois já tinha ouvido relatos de problemas idênticos em anos anteriores, mas é uma situação chata que deve ser revista pela organização. A prova acabou por começar com 18 minutos de atraso.
A partida situa-se mesmo sob a estrada na Barragem do Bagaúste com vista para o Douro à direita e à esquerda, e é sem dúvida um local pitoresco para começar uma prova deste género. Dado o tiro de partida, os atletas da meia maratona seguiam para a esquerda em direcção a Folgosa do Douro, local onde a prova voltava para trás em direcção a Peso da Régua onde iria terminar. Os participantes da mini maratona seguiam da Barragem directamente para o Peso da Régua correndo ou caminhando cerca de 6 Km.

A brigada Mizuno, com a estreia dos meus Evo Cursoris num treino de 32 Km
A minha prova propriamente dita correu bem. Ter corrido 10 Km antes do início da Meia Maratona foi um excelente aquecimento, e sem querer entrar em loucuras sentia-me bem para ir no ritmo pretendido, que era entre 5:30 e 5:00min/Km. Fiz a corrida acompanhado pelo meu amigo Luís Sousa, sendo esta a quarta meia que corremos juntos. Nas três primeiras provas deu-me ele um bigode, mas está a chegar a altura de me desforrar e desta vez com uma ponta final mais forte, terminei eu primeiro com uns metros de vantagem sobre ele. No final cortei a meta em 1h49’02”, onde somando os 10 Km de aquecimento, perfez um treino de pouco menos de 32 Km em 2h48’. Resumindo, foi uma boa preparação para o Luxemburgo.
Cruzada a meta, mais um ponto negativo para a organização, mas que pode e deve obviamente ser melhorado. O tempo entre cruzar a meta e sair do recinto de controlo, foi de cerca de 20 minutos, o que se estivesse sol e calor até seria melhor suportado. Mas com vento frio e chuva, pode originar uma bela gripe a muitos atletas. Uma vez que está tudo pago, porque não entregar a t-shirt de participação e outras lembranças aquando do levantamento do dorsal? Resolvia de imediato este problema. Um ponto a favor, a impressão rápida e imediata do certificado de participação, com o nome, classificação e o tempo de meta, logo após a chegada.
Eu e o Luís Sousa numa foto em movimento tirada pelo Luís Parro
Mais uma vez esta foi uma prova onde partilhei momentos com “velhos” e novos amigos. Uma beijoca para as amigas Ana, Patrícia e Lígia, que talvez inspiradas pelo filme “Velocidade Vertiginosa” ou por algum xiripiti bebido na noite de Sábado, correram para a meta a uma velocidade tal, que terminaram todas abaixo da 1h55. Excelente prova meninas!!! Uma beijoca também para a Andreia que apesar de não estar bem fisicamente lutou contra a má disposição e foi até ao fim nesta prova. Um abraço para os “Luíses”: o Sousa que me acompanhou (quase quase até ao fim) nesta prova; ao Parro pelo serviço fotográfico durante a prova e o excelente álbum que proporcionou; e ao Madeira que andámos sempre desencontrados neste fim-de-semana. Um abraço ainda a todos os outros conhecidos que encontrei e que não posso enumerar, ou nunca mais teria leitores neste blog!… Mas, há ainda lugar a um abraço ao amigo “Stravianos” João Soares que no meio da sua velocidade vertiginosa reconheceu-me pelo nome nas costas e ainda me cumprimentou com entusiasmo enquanto me ultrapassava.
É necessário repor energias depois de mais um treino longo 🙂
Finda a corrida (e o treino), houve tempo para repor energias com um borreguinho no forno, regado com um “Quinta dos Aciprestes”, que permitiu uma tarde de domingo relaxada ao sol, à beira da piscina com vista para o Douro.
O descanso do “guerreiro” 😀
Em suma, um fim-de-semana desportivamente positivo, num local efectivamente belo e inspirador, numa prova bem organizada mas que pode e deve sofrer algumas melhorias.

Não sei se Meia Maratona do Douro Vinhateiro é a mais bela corrida do Mundo, mas uma das mais bonitas será certamente.

E para não perder o ritmo, no próximo Domingo apareçam na Meia Maratona na Areia.

Bons treinos e melhores corridas!!!

24ª Meia Maratona Internacional de Setúbal

Disputou-se ontem a 24ª Meia Maratona Internacional de Setúbal, e lá fui eu a caminho da terra do carrrapau e do choco frito para fazer mais uma corridinha, sendo que esta, por motivos profissionais, não estava no programa. À última hora houve mudança de planos no trabalho, e o amigo Setubalense Pedro Pisco desencantou uma connection que me conseguiu a inscrição na prova no limite do prazo.


Cheguei a Setúbal cerca de uma hora antes do início da prova, e encontrei uma organização tranquila, onde o levantamento dos dorsais foi relativamente rápido e sem grande confusão. A prova foi tranquila, mas assisti a uma falha aos 15 Km onde o percurso não se encontrava assinalado num entroncamento  e originou que cinco atletas do grupo da frente se enganassem no percurso, perdendo tempo e ritmo precioso.

No aquecimento para a prova (foto cortesia do Pedro Carvalho)
A corrida teve início às 10h00, com um calor considerável e que na minha opinião era merecedor de pelo menos mais um abastecimento. Os três abastecimentos de água aos 5, 10 e 15 Km, foram o mínimo recomendável para uma prova dita Internacional.

Foi a primeira vez que participei nesta prova e não conhecia o percurso, pelo que ia totalmente às escuras para o que me esperava. Ainda assim, tinha definido o objectivo de fazer um tempo entre a 1h50 e 1h55. Fazer melhor que isto era possível, mas após uma semana a treinar fartleks e séries não era recomendável realizar um esforço maior. Afinal de contas esta prova não passa de mais um treino para o objectivo Maratona do Luxemburgo.
O percurso era acessível, bastante plano, com duas rampas ligeiras que não davam para assustar. No final 1H55”00’, mesmo no limite do objectivo traçado. Posição 542 da Geral, 108 do meu escalão.

Durante a prova (foto cortesia do Pedro Carvalho)

Esta foi uma prova onde encontrei muitos amigos das corridas e envio um abraço especial ao Pedro Pisco que possibilitou a minha participação, outro ao Pedro Carvalho dos Bip-Bip Runners e do blog Correr (adois) é Vício de onde “roubei” estas fotos, e outro ao João Afonso que antes de cada prova diz sempre que vai correr devagarinho, vem comigo nas calmas,  +-5’45/Km em ritmo de treino disse-me ele antes da prova; e no final lá apareceu ele com o tempo de 1h40 ou seja 4’45/Km.

O percurso da Meia Maratona de Setúbal

Running to the Limits

O que é necessário para se tornar um maratonista de nível internacional?


É a resposta a esta questão que o realizador Alex Vero tenta mostrar no documentário Running to the Limits

Com base no facto de em 1985 existirem 102 maratonistas britânicos que corriam a maratona abaixo das 2h20 e 20 anos depois apenas 5 conseguiam correr a maratona abaixo desse mesmo tempo, Alex largou a vida boémia que levava até então, e obeso e sem um passado de prática desportiva, lançou-se à aventura de treinar para ser um maratonista de nível internacional e correr a maratona abaixo das 2h20.

De sedentário a Maratonista de Top em 2 anos. Será que é possível?

Vejam este excelente documentário, que nos relata de um modo muito interessante esta história, e onde percebemos todo o esforço que é necessário para atingir o resultado muito ambicioso definido como objectivo.

As partes I e II do documentário podem já ser vistas aqui:


A terceira parte do documentário ficará disponível no final de Maio.

Até lá, bons treinos e boas corridas!!!

Contagem Decrescente

Falta hoje precisamente um mês para o inicio da Maratona do Luxemburgo, ou seja, começa a contagem decrescente para a minha segunda maratona, esta com um grau de dificuldade superior à de Sevilha.

A T-Shirt que vou receber no final 🙂







A preparação está a correr bem e respira-se confiança para estes lados. Se não existirem lesões ou acontecimentos estranhos de última hora, terminar a prova é garantido, e veremos se à segunda se bate o tempo das quatro horas. Não será fácil com os 10 Km finais desta prova sempre a subir, mas veremos como me sentirei no dia da prova e se conseguirei cometer alguma proeza olímpica.


Hoje o treino esteve para ser em Monsanto para treinar mais umas rampas com o amigo Pedro Pisco. Uma saída tardia do trabalho impossibilitou este treino e levou-me até à beira Tejo onde aproveitei para conhecer e treinar mais pessoal do gang do grupo Portugal Running. Mais um grupo de pessoal super bem disposto e cinco estrelas, com quem foi um enorme gosto treinar. Há treinos do grupo Portugal Running regularmente, procurem no facebook pelo grupo, vejam as datas e horas dos treinos e apareçam, não se vão arrepender. 
Em 2012 a partida foi assim. Este ano com a minha presença será bem melhor 😀
Bons treinos e boas corridas!!!